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Crônica #02

O conflito de Órion nunca acabou

07 de outubro de 2026

Ilustração da crônica: O conflito de Órion nunca acabou

Nesta semana, duas notícias sobre os óvnis saíram quase juntas. E uma desmente a outra.

De um lado, um conselho científico revisou cerca de 155 mil páginas de arquivos de sete países: documentos militares, vídeos, áudios, dados de sensores. E a conclusão oficial do Pentágono foi que não há “nenhuma prova verificável” de atividade extraterrestre. É para a gente rir, né?

Eu entendo que, oficialmente, só uma confirmação dos governos encerra o assunto, e ela ainda não veio. Mas eu sempre disse que o que importa está nos documentos. E neles há declarações de oficiais que não têm absolutamente nada a ganhar, e de pessoas que foram silenciadas por anos e agora podem falar. Nem o próprio conselho concorda: dois dos seus membros já defenderam publicamente que existe presença não humana.

Do outro lado, David Grusch. Ele é o ex-oficial de inteligência que, em 2023, contou sob juramento ao Congresso americano o que sabia. Foi ele quem chutou o balde. Agora, no podcast do Joe Rogan, um dos maiores do mundo, ele falou de uma nave em forma de cápsula, um “tic-tac”, que teria caído depois de um conflito entre dois grupos de seres. No local, seres cinzas mortos e seres reptilianos vivos, escamosos, do porte de um gorila, que teriam sido abatidos por militares. Ele deixou claro que não viu esses seres: são relatos que ouviu em ambientes sigilosos. O que ele diz ter visto é um vídeo com seres altos, parecidos com humanos.

Eu dou crédito a ele. Alguém que chegou a esse nível dentro do governo americano e vem a público, sabendo da represália e do ridículo que espera quem toca nesse assunto, está dando a cara a tapa. Isso, para mim, já diz muito.

E tem mais um detalhe curioso. Na mesma semana, um professor de uma universidade inglesa, que ocupa uma cátedra dedicada a leis e políticas para contato extraterrestre, publicou um alerta: os governos não deveriam tratar esses fenômenos como hostis, porque não há garantia de que continuariam pacíficos se fossem atacados. Pensa comigo: se não há prova nenhuma, por que existem cátedras, leis e alertas para lidar com isso?

Agora repara numa coisa que aparece mais de uma vez nesses relatos: espécies diferentes, e em conflito. Para quem acompanha os acessos, isso não é novidade. O conflito de Órion nunca acabou. Do mesmo jeito que aqui na Terra nós temos guerras, esses seres também têm as suas. O conflito não é só humano. A diferença é a tecnologia, e a nossa vem crescendo a ponto de chamar a atenção deles: eles nos observam e, de alguma forma, nos contatam. Na minha visão, existem acordos entre as elites que governam o mundo e esses seres, com intenções diversas. Algumas positivas, outras nem tão boas para nós.

Então, como separar o que é real do que é exagero? Use a sua percepção e a sua lógica. Pergunte quem está falando, o que essa pessoa ganha com isso, e por que há tanto dinheiro, tanto documento e tanta energia investidos nesse assunto, até mesmo para esconder. Quando há tanto esforço, é porque tem algo aí.

Eu sinto que estamos muito perto. O mundo passa por um momento complexo, com conflitos em vários lugares, e isso acelera as coisas. Nos acessos, e no que circula na rede planetária entre as pessoas que têm contato, os seres falam de uma confirmação até o ano que vem. Até o fim deste ano, acredito que venham mais sinais. E o ano que vem não tem mais como segurar.

Até lá, estamos no aguardo. De olhos abertos.

Radar da semana

As pessoas não reconhecem consciência na IA, mesmo quando ela age igual a um humano. Num estudo da Universidade de Munique com cerca de 1.100 pessoas, a IA mais atenta recebeu nota de consciência menor que o humano mais distraído. A gente reconhece consciência pela presença, não pelo comportamento. E presença não se imita. (TechXplore)

Realidade virtual pode despertar uma experiência mística. Num estudo da Western University, no Canadá, 28% das pessoas tiveram uma experiência mística completa com óculos de realidade virtual, contra 0% vendo o mesmo conteúdo numa tela comum. Uma experiência mística pode ser despertada de muitas formas. O que importa é o que você faz com ela depois. (PsyPost)

Fontes: conselho científico e Pentágono (Yahoo News), David Grusch (IBTimes), professor de Durham (IBTimes). Imagem: ilustração.

O vídeo da semana

Além da Matrix: a série completa no YouTube

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