Se você fosse um extraterrestre e estivesse visitando a Terra, qualquer que fosse a sua intenção, onde faria a sua base? Olhe para este planeta com lógica: a maior parte dele é água. Os oceanos são imensos e quase não foram explorados. A gente conhece melhor a Lua do que o fundo dos nossos próprios mares. Se eu precisasse ficar perto, observar, interagir e, ao mesmo tempo, continuar escondida, eu escolheria o oceano. É tão óbvio que nem precisava do David Grusch para dizer.
Mas ele disse. No podcast do Joe Rogan, o ex-oficial de inteligência contou que existe “claramente algum tipo de base de operações” no fundo do mar, do tamanho de vários quarteirões, de onde naves entram e saem. Não mostrou prova nem disse onde fica. Mas deixou claro, nas entrelinhas, que as Forças Armadas e o governo americano conhecem o assunto.
E ele não está sozinho. O almirante aposentado Tim Gallaudet, oceanógrafo da Marinha americana, levanta essa bola há anos. Ele conta que, em 2015, um porta-aviões registrou no sonar algo que ninguém conseguiu identificar. Em 2019, outro navio da Marinha filmou uma esfera descendo até o mar e sumindo na água; a busca não encontrou nada. E no mundo inteiro existem relatos de pescadores e embarcações que viram objetos entrando e saindo do mar. Para mim, essa atividade existe desde sempre.
Oficialmente, a resposta costuma ser a mesma: baleias, animais, fenômenos naturais. Eu entendo. Na minha visão, de todas as razões para esconder, a principal é a segurança. Como um país diz aos seus cidadãos que existe algo interagindo conosco, com uma tecnologia maior que a nossa, que nós não sabemos como funciona nem como lidar? É o bate-assopra: um pouco se libera, um pouco se retém, e quem fala ainda paga um preço.
Mesmo assim, o assunto está saindo do burburinho e chegando aos documentos. E quem fala são pessoas de patente, que conhecem os bastidores da segurança e têm um nome a preservar. Elas arriscam a carreira e a credibilidade para trazer isso a público. Eu acredito que os governos estão preparando a mente humana, a conta-gotas. O nosso trabalho agora é montar o quebra-cabeça. E eu vejo isso de forma muito positiva.
Agora eu vou contar uma coisa minha. Em cidades litorâneas, principalmente no litoral norte de São Paulo, eu já tive vários avistamentos de objetos saindo e entrando do mar. E não sou só eu: no fim do ano passado, moradores de Santos relataram barulhos vindos do mar de madrugada, e pescadores contaram ter visto uma luz surgir do fundo da água.
Na virada de 2023 para 2024, numa viagem a Ubatuba, eu vivi uma interação com seres ligados a uma tecnologia que a gente chama de nave. No dia seguinte, numa projeção consciente, estive com eles. Eram híbridos, mais réptil do que humano. Eles me levaram a um lugar subterrâneo, numa encosta perto do mar. Eu já estive lá dentro. As paredes eram extremamente lisas, como se uma tecnologia tivesse alisado a rocha. Havia salas enormes, como bunkers, cheias de tecnologia. Numa delas havia um corpo, como um avatar, e eu pude experimentá-lo com a minha consciência, como quem usa um veículo. A visão deles é completamente diferente da nossa: eles enxergam no infravermelho e conseguem ver por dentro do corpo, saber se a biologia está saudável. E, quando sobem à superfície, usam uma camuflagem: quem olha não vê aquele corpo, vê um humano.
Em outra experiência, eles me levaram até uma espécie de deck. Dali, um pequeno objeto redondo, como um ovo, nos levou para dentro de outra base. Lá havia seres híbridos de cetáceos e humanos, greys altos e humanoides com uma pele parecida com a de anfíbios, trocando informações. Eles me mostraram a alimentação deles, feita de aminoácidos e de algas. Eu provei. Parecia um néctar.
Talvez seja por isso que eu goste tanto de cidades litorâneas, e também das florestas e dos lugares isolados. Sinto ali uma atividade maior, uma conexão com eles. E faz todo o sentido: no fundo do mar, dá para construir estruturas grandiosas e tecnológicas longe dos olhos humanos. É a camuflagem perfeita.
Então, se você fosse um extraterrestre, onde faria a sua base? Eu já sei a minha resposta. Eu já estive lá dentro.
Fontes: David Grusch e a base no oceano (IBTimes), depoimento de Tim Gallaudet (2026), o vídeo do USS Omaha (The Debrief), relatos em Santos (Diário do Litoral). Imagem: ilustração.
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